sexta-feira, 9 de agosto de 2013

OFICINA DO NADA - IV

A árvore ao pé da casa da vizinha morreu,
Fui ver.
Tinha raízes no coração.
(Laura)


A mãe anda atrás de nós
Pelos corredores da vida.
É grande. Vive para sempre.
(Mafalda)

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

OFICINA DO NADA - III



As estrelas gostam de falar com as mães
Não desistem de brilhar
Encantam os olhos no espaço longínquo.
(micro-poema colectivo)

terça-feira, 6 de agosto de 2013

OFICINA DO NADA - II



Os pés vestem-se de folhas
Dormem nas ruas velhas
Que têm nomes bonitos como flores.

(micro-poema colectivo)
com La Mer, Debussy




OFICINA DO NADA


Início da OFICINA DO NADA, na Biblioteca Municipal de Beja.
De nada em nada, conseguimos nadar por construção de objecto, corporalizações várias, audição (3h!) de Thaikovsky, resolução de problemas, divergência associativa, criatividade verbal e pré-literária. Nada mau, hein?...

sábado, 12 de maio de 2012

COM O POEMA NO CORPO



Práticas para a Performance Poética. 
Na Biblioteca Municipal de Pombal.
Neste workshop  experimentamos as possibilidades de vivência do poema,tomando consciência da percepção dos tempos, da fruição da palavra dita, da apropriação e interacção com outros universos, 
dos possíveis relacionamentos do poema dito e corporalizado com o espaço, da arquitectura dos sítios e objectos - tendo como objectivo final 
a criação de pequenas performances.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

As Aventuras de João Sem Medo

em trabalho de transposição cénica deste «panfleto mágico em forma de romance», como o definiu o próprio autor - o extraordinário José Gomes Ferreira.

com a turma e equipa docente do Mestrado em Animação Artística do Instituto Politécnico de Castelo Branco, coordenado por Madalena Leitão, que também assina a adaptação do texto.

sábado, 25 de junho de 2011

mestrado em animação artística

segunda etapa no Instituto Politécnico de Castelo Branco:

acompanhando o trabalho final dos mestrandos em montagem de Projecto Teatral, na Escola Superior de Educação.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

formação para a leitura

hoje, última sessão do workshop de formação para a Leitura - embora o tempo seja sempre escasso - para estudantes da Escola Superior de Educação de Beja que irão desenvolver, no âmbito de acções de voluntariado, sessões de Leitura junto de crianças institucionalizadas.

domingo, 16 de janeiro de 2011

mestrado em animação artística

respondendo a um desafio de Madalena Leitão, encerro hoje a minha contribuição para esta formação, no Instituto Politécnico de Castelo Branco, em Processos de Criação Artística - Práticas Teatrais e Formação para a Criatividade.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

leituras multidisciplinares e canibalismo na transfiguaração artística.

Museu Francisco de Lacerda
Terceira, Açores
4 Maio

Museu das Flores
Flores, Santa Cruz das Flores
6 Maio

primeiro, o olhar.

depois, como quem desfia memórias, as associações - directas ou divergentes.
e, logo, a tecelagem da escrita.
leituras multidisciplinares e canibalismo na transfiguração artística é um workshop de escrita para espaços museológicos: a relação de proximidade facilita a decifração dos diversos códigos envolvidos na obra ou no espaço que nos é dado a sentir.
a perceber.
uma iniciativa da
PRESIDÊNCIA DO GOVERNO DOS AÇORES
DIRECÇÃO REGIONAL DA CULTURA

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

um lugar imenso, talvez.

performance multimédia sobre memórias e experiências

que o universo da Leitura propicia,

experimentado pelos participantes dos

Clubes de Leitura para Pais e Filhos –

Projecto Gulbenkian/Casa da Leitura

na Biblioteca Municipal de Beja.









I CONGRESSO INTERNACIONAL

DE PROMOÇÃO DE LEITURA:

FORMAR LEITORES PARA LER O MUNDO.


Lisboa, 22 Janeiro 2009

Fundação Calouste Gulbenkian


Performers*

Alice Masseno, Ana Mafalda, Ana Rita Carochinho, Ana Rita Cavalheiro, Elisabete Santos Rosa, Ilda Carochinho, Inês Rodeia, Joana Bigodinho, Joana Macedo, José Lança de Matos, Laura Del Rio, Manuel Masseno, Maria Guadalupe Pereira, Maria da Assunção, Maria de Lurdes Rodeia, Maria do Sameiro, Maria João Macedo, Paula Cristina Lança, Paula Ricardo, Pedro Oliveira, Pedro Pereira, Raquel Carochinho, Rita Santos Rosa, Vasco Macedo.


Outros contribuidores*

do trabalho em processo

Alexandra Graça, Ana Alegria, Ana Paula Azevedo, Ana Santos, André Graça, Arlinda Domingues, Cármen Machado, Fátima Barrocas, Fátima Silva, Joana Serra Lopes, João Paulo Guerreiro, José Guerreiro, Luís Machado, Luís Murta, Maria Céu Serra, Maria Leonor Dargent, Maria Murta, Mariana Alegria, Marta Graça, Rita Barrocas, Vanda Machado.

*Clube Os Papa-Livros

da Biblioteca Municipal

de Beja

Piano

Ângelo Martino

Voz/ Canto

Isabel Moreira

Ouve-me dito por

Gisela Cañamero

O Brincador dito por

José de Matos


Poemas

Ouve-me

Gisela Cañamero

O Brincador

As Portas

O Limpa-Palavras

O Nada

Álvaro Magalhães

As Fadas

Antero de Quental

Lemos

criação colectiva


Obras para piano

Clair de Lune

Claude Debussy

Gymnopédie nº1

Gnosienne nº 1

EriK Satie

Jeux d´eau

Maurice Ravel


Canções

música e letra de

Passo a passo

E de pronto acontece a manhã

Como ser?

Gisela Cañamero

instrumental piano

Filipe Vieira


Vídeos
Rafael Del Rio

José Barbieri

Sonoplastia

José Manhita

Luminotecnia

Rafael Del Rio

Design gráfico

Maria Catarina

Assistência de Cena

Laura Del Rio

Assistência musical

Isabel Moreira

Produção Executiva

Raul Bule

Cristina Taquelim

Encenação

Gisela Cañamero


co-produção

arte pública/ Projecto Gulbenkian CASA DA LEITURA

em parceria com a Biblioteca Municipal de Beja

2009

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

da areopagítica

Muitos homens não passam de um fardo sobre a terra.
Mas um bom livro é o precioso sangue do espírito superior, conservado e guardado com vistas a uma vida além da vida.
John Milton
in A Paixão pelos Livros
Casa da Palavra, 2004

domingo, 5 de outubro de 2008

um lugar imenso, talvez



de que falamos quando falamos de livros?

de que falamos quando falamos de criar leitores?

um recente inquérito com um grupo-alvo mostra que a literatura é a cereja do bolo, a coisa esquisita.

ler, para quem lê, é, sobretudo, associado ao prazer de se ouvir outra voz - independentemente da qualidade ou da elaboração da escrita.

da leitura como esse espaço sensitivo e perceptivo imenso, sem a sua desqualificação estética, é do que se tentará construir, por aqui